Biometria facial na emissão do certificado, na Alvo Certificado Digital
Biometria facial na emissão do certificado, na Alvo Certificado Digital
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Certificado digital A1 ou A3 do começo ao fim: o que muda em cada etapa, da compra ao vencimento
A comparação entre A1 e A3 em geral é apresentada numa tabela: armazenamento de um lado, validade do outro, valor no rodapé. Ajuda, mas esconde o ponto principal: a diferença não está num único ponto, e sim ao longo do caminho, da compra à renovação. Quem decide entre certificado A1 ou A3 com base apenas na comparação costuma se surpreender depois, na hora de instalar, de usar fora do escritório ou de lidar com um problema. Este artigo acompanha cada fase do certificado em ordem, aponta onde a escolha muda alguma coisa e onde tanto faz.

Antes de tudo: o que é igual nos dois
Convém começar pelo que os dois compartilham, porque isso elimina metade das dúvidas. Ambos são emitidos na cadeia da ICP-Brasil, com igual validade jurídica, e resolvem as mesmas rotinas: assinar documentos, emitir nota e acessar sistemas do governo. Tanto o e-CPF quanto o e-CNPJ podem ser A1 ou A3. O que muda é outra coisa: em que lugar a chave privada é armazenada e quanto dura cada emissão. No A1, tudo cabe num arquivo no computador, com validade de 12 meses; o A3 guarda a chave em token, cartão ou nuvem, e pode valer até 2 anos.
Primeira etapa: comprar
A primeira decisão acontece na tela de compra, e é ali que a dúvida entre A1 e A3 aparece pela primeira vez. Para comprar certificado digital online com segurança, alguns cuidados simples ajudam: checar se a empresa é uma Autoridade de Registro com credenciamento na ICP-Brasil, definir o formato pelo uso, e não somente pelo número da vitrine, e checar o prazo e a forma de armazenamento antes de fechar. No A3 existe uma pergunta adicional: nuvem, token novo ou token que já existe. O certificado é o mesmo nas três opções; muda apenas o lugar onde é guardado. É possível pagar por PIX, boleto ou cartão.
- Antes de tudo: o que é igual nos dois
- Etapa 1: a compra
- Etapa 2: os documentos
- Etapa 3: a validação por vídeo
- Etapa 4: a instalação, onde a diferença começa
- Etapa 5: o uso fora do escritório e no celular
- Etapa 6: quem mais usa o certificado
- Etapa 7: a emissão de notas
- Três perfis em que a escolha pesa mais
- Etapa 8: o imprevisto
- Etapa 9: o vencimento e a renovação
- Um jeito simples de decidir
Sobre o preço, o cálculo precisa olhar além da vitrine. Os valores estão a partir de R$ 89,90 no e-CPF e a partir de R$ 99,90 no e-CNPJ, mudando de acordo com o tipo de certificado, a duração e a mídia. Como o A3 pode valer até 2 anos, o custo por mês pode ser menor no prazo mais longo. Vale citar uma regra para cobrir oferta: uma oferta menor de outra AR credenciada, para o mesmo tipo, validade e mídia, é igualada desde que comprovada.
Etapa 2: os documentos
Aqui vai uma boa notícia: os documentos para certificado digital são os mesmos no A1 e no A3. A lista depende de ser pessoa física ou empresa. No e-CPF, basta o documento com foto ainda válido, e o CPF caso não apareça no documento. No e-CNPJ, entram também os documentos da empresa: o Cartão CNPJ modelo II, a alteração contratual mais recente e, quando aplicável, os documentos que elegem os representantes. O Cartão CNPJ modelo II atualizado dispensa os demais documentos constitutivos. Tudo precisa ser original, físico ou digital, em bom estado; cópias simples ou autenticadas não são aceitas.
Terceira etapa: a videoconferência
Nesta etapa, o formato não muda nada. O processo do certificado digital por videoconferência obedece ao rito da ICP-Brasil, com biometria facial, sem ir a cartório, e dura em torno de cerca de 10 minutos com hora agendada, sem que isso seja garantia de prazo. A conferência não admite procuração: no e-CPF, entra o próprio titular; no e-CNPJ, o responsável legal registrado na Receita Federal. Sem CNH também dá para emitir, desde que tenha base biométrica, e a equipe confere isso antes do agendamento.
Veja também em: certificado digital para emitir NF-e
Quarta etapa: instalar, o primeiro ponto de divergência
Na instalação, a diferença aparece pela primeira vez. Quando é preciso instalar certificado A1, o processo é importar um arquivo com senha na máquina e, depois, indicá-lo no sistema emissor. Os tropeços mais comuns se repetem: senha que não confere, navegador que não enxerga o certificado instalado e antivírus bloqueando a operação. Como o A1 é um arquivo, dá para instalá-lo em vários computadores, o que ajuda e cobra disciplina com o acesso.
Com o A3 em token, o roteiro muda: entram a instalação do driver do dispositivo e uma entrada USB livre, ou leitora de cartão, quando for o caso. Na nuvem, não existe arquivo nem token: o uso acontece mediante autenticação. Nos três cenários, um atendente segue junto até tudo funcionar.
Etapa 5: o uso fora do escritório e no celular
Mais cedo ou mais tarde, alguém pergunta pelo celular. Levar o certificado A1 no celular é possível, mas depende de um aplicativo que aceite esse formato, e a configuração segue as orientações de quem emitiu. Não é automático como no computador: o celular precisa de uma ponte entre o arquivo e o documento. Já o A3 com token quase não tem espaço no telefone, pois exige a mídia conectada. O A3 em nuvem é o mais confortável para quem assina de qualquer lugar: sem ficar preso a um equipamento, funciona no computador e no celular.
Sexta etapa: as outras pessoas e sistemas
Uma questão que quase nenhuma comparação traz é quem mais usa o certificado no dia a dia. A contabilidade às vezes usa o certificado para enviar declarações; o emissor de notas usa o certificado todo dia; alguém do administrativo às vezes assina pela empresa. Quanto mais gente e mais sistemas, mais o A1 instalado no emissor faz sentido, e mais vale controlar em que máquinas ele roda. Quando ninguém além do titular assina, o A3 mantém tudo sob controle de uma pessoa, algo que agrada quem prioriza segurança. A assinatura digital é pessoal: quem assina como pessoa física precisa de um e-CPF próprio.
Etapa 7: a nota fiscal
No dia a dia de quem fatura, nada pesa mais que a nota. Para a pessoa jurídica, o certificado digital para emitir NF-e precisa ser um e-CNPJ, e a pergunta passa a ser em que formato. O A1 é o mais comum em emissor instalado e em servidor de notas, pois o sistema acessa o arquivo sem depender de ninguém, também em operações de volume. O A3 emite nota do mesmo jeito, mas exige o token plugado ou um sistema compatível com nuvem. Antes de fechar a compra, vale confirmar com o fornecedor do sistema qual formato é suportado. Para liberar colaboradores na emissão, o indicado é o A1 da empresa no sistema.
Onde a decisão fica mais delicada
Um caso comum é o das empresas do Simples. Ter o e-CNPJ no Simples Nacional nem sempre é obrigatório: depende do faturamento e das obrigações acessórias, e a emissão de NF-e costuma tornar o certificado necessário. Num negócio pequeno, com um responsável e uma máquina fixa, o A1 costuma dar conta; se o sócio assina de vários lugares, a nuvem ganha força. Se houver dúvida sobre a obrigação, quem confirma é o contador.
O segundo caso vem do campo, com particularidades próprias. O tipo de certificado digital para produtor rural começa pela forma de organização: o produtor pessoa física com inscrição estadual fica com o e-CPF; se a produção virou empresa, o certificado é o e-CNPJ. Para a mídia, conta muito a conexão: com a fazenda longe de quem transmite, depender de token complica, e o A1 na máquina de quem de fato transmite costuma ser mais tranquilo.
O terceiro perfil envolve grupos de empresas. No certificado digital para holding, a regra é direta: cada CNPJ precisa do seu, e os sócios administradores costumam precisar de e-CPF. Aqui, a combinação dos dois tipos é comum: A1 no dia a dia do administrativo e do fiscal e A3 para quem assina documentos estratégicos. Listar todos os CNPJs e CPFs antes do pedido evita lacuna.
Recomendamos a leitura desta página: revogar certificado digital
Etapa 8: o imprevisto
Mochila levada com o notebook, token perdido ou máquina vendida sem apagar o certificado: em qualquer desses casos, o risco é a assinatura, não o aparelho. A saída é revogar certificado digital logo que perceber, e isso vale para os dois tipos. A revogação cabe à Autoridade Certificadora que fez a emissão, e às vezes pede a senha de revogação definida na emissão, por isso guardada separada da mídia. Uma vez revogado, o certificado não tem volta, e o prazo que restava não é transferido. É aqui que o formato volta a contar: um A1 copiado em várias máquinas tem mais lugares para vazar, enquanto a chave do A3 nunca sai da mídia ou da nuvem.
Etapa 9: quando o prazo acaba
O certificado não tem prazo de tolerância. Um certificado digital vencido perde a assinatura, a emissão de nota e o acesso ao e-CAC e ao eSocial já no dia seguinte, e resta uma emissão nova, passando outra vez pela validação. Aqui, a validade vira agenda: o A1 renova em 3, 6 ou 12 meses; o A3 renova em até 2 anos, o que afasta a próxima renovação. Resolver antes do vencimento não tira os dias que sobram, e a renovação é a hora certa para mudar de A1 para A3, ou o contrário.
Como fechar a escolha
Vistas todas as fases, a decisão se organiza. Três perguntas resolvem quase todos os casos: de onde você assina, quem além de você usa o certificado e quantas vezes por ano você quer renovar. Assinatura sempre na mesma máquina, emissor de notas e renovação a cada ano combinam com o A1; mobilidade, uso no celular e renovação espaçada indicam o A3, em nuvem ou token. A pergunta certificado A1 ou A3, feita assim, sai do campo técnico e vai para o da rotina, e nenhum dos dois é melhor em tudo.
Perguntas frequentes
O A3 vale mais juridicamente que o A1?
Os dois têm o mesmo valor jurídico. Ambos saem da mesma cadeia ICP-Brasil; o que muda é onde a chave fica e quanto tempo vale.
Por quanto tempo vale cada tipo?
O A1 vale 12 meses, enquanto o A3 chega a 2 anos. Na renovação, o A1 pode ser de 3, 6 ou 12 meses, enquanto o A3 renova por até 2 anos.
Posso trocar de A1 para A3 na renovação?
Pode. A renovação é o momento natural para mudar de formato: se a rotina ficou certificado A1 ou A3 móvel, o A3 em nuvem tende a servir melhor, e quem trabalha numa máquina só continua bem atendido pelo A1.
Perdi o token. Dá para recuperar o certificado?
Não é possível. A chave mora no chip e não existe cópia dela. A saída é pedir a revogação e fazer uma emissão nova, passando outra vez pela videoconferência.
Pessoa física pode escolher entre A1 e A3?
Sim. Tanto o e-CPF quanto o e-CNPJ existem nos dois formatos, com o mesmo critério de escolha: de onde se assina, quem usa e quantas vezes se quer renovar.
Tenho apoio para instalar o certificado?
Sim: um atendente acompanha a instalação até o certificado funcionar no seu equipamento, seja no computador, no emissor de notas ou no ERP.
Decida entre A1 e A3 pelo seu dia a dia
Se a dúvida ainda está entre os dois, vale conversar antes de comprar. A Alvo Certificado Digital é Autoridade de Registro credenciada à ICP-Brasil desde 19/03/2018, emite pelas Autoridades Certificadoras Serpro e SyngularID e atende clientes de todo o Brasil, on-line, com conferência por vídeo e instalação com apoio. O atendimento orienta na escolha do certificado A1 ou A3 mais adequado ao seu dia a dia. Fale com um atendente pelo (11) 4000-2097.
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